quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Administrando com as bruxas!

Olá galera!

Hoje estou aqui para contar um pouco do meu dia das bruxas...
  Na semana que antecedeu a comemoração, fui ajudar a minha Supervisora a organizar os enfeites do setor, e assim fizemos, uma decoração simples e harmoniosa, um charme...
Confesso que não havia me empolgado muito e o meu senso crítico estava isolado do mundo, claro, ressurgiu das cinzas quando uma colega de trabalho me provocou e disse: Nossa, o meu está mais bonito que o seu!!! Rsrsrrs Seria uma brincadeira inocente, se eu não tivesse levado tão a sério esta afronta!
Eu disse: Ha é??? Pois bem... que vença o melhor!
Ela ficou sem entender muito, foi para a sua sala e eu, claro, fui visitar o "inimigo, perceber suas estratégias e definir a melhor forma de "atacar"!
Mobilizei todo o setor, os Diretores, estagiários, concursados, todos! Compramos enfeites do tema, criamos pinturas, várias formas de decorar... a minha sala parecia a própria caverna da bruxa! O sentimento de competição tomou conta não só de mim mas de todos do setor e em suas salas contribuíram com seus toques individuais... Foi um sucesso!
O dia foi agitado, vários comes e bébes, fotos e mais fotos, teve até a presença do Ed, nosso manequim da CIPA, que neste dia estava de PANICO, foi só curtição...
Quem ganhou a competição? 

Eu vos respondo, a equipe ganhou! Pois é, foi tão legal e harmonioso o nosso clima organizacional, que não tivemos tempo de cultivar o "melhor", todos foram os melhores, por tornarem o dia das bruxas uma data em que se pôde desenvolver e estimular o trabalho em equipe, a criatividade, o bom senso, o otimismo, a percepção, a liderança, a boa vontade!

Fomos MANCHETE na intranet!



Obrigado equipe!





sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Os perfis de profissionais em alta no mercado


Dos sete perfis identificados por especialista, três estão entre os mais requisitados no mercado atualmente. Você sabe quais são eles e que competências englobam?

Alguns tipos de profissionais vêm se destacando no mercado. De acordo com um estudo realizado pelo professor Roberto Coda, coordenador de projetos da Fundação Instituto de Administração (FIA), as empresas estão em busca de colaboradores com os perfis competidor, conquistador e realizador. Será que você se encaixa em um deles?
A pesquisa de Coda avaliou mais de 10 mil profissionais de 50 empresas, públicas e privadas, ao longo de 12 anos de treinamentos e mapeamentos para identificar quais são os perfis mais presentes nas organizações do país. O resultado foi bastante equilibrado: conquistador (15%), especialista (15%), colaborador (15%), negociador (14%), mantenedor (14%), realizador (14%) e competidor (13%).
E é crescente a busca por profissionais que se encaixem nos perfis competidor, conquistador e realizador. De acordo com Roberto Coda, o motivo está ligado ao contexto atual das empresas, principalmente no setor privado. "O aumento da concorrência local e global, assim como a pressão para inovar, mudar e gerar resultados expressivos, caracteriza hoje um quadro de competitividade e de busca agregação de valor ao negócio. Esses perfis apresentam características comportamentais e competências que os habilitam mais facilmente a entregar os desafios trazidos pelo contexto competitivo", esclarece.
Segundo Michele Gelinski, Consultora de Carreira da Chess Human Resources, hoje as empresas querem ter a certeza de que estão fazendo as melhores escolhas. "Elas estão cada vez mais exigentes em suas contratações, onde podemos perceber que até mesmo os processos seletivos estão sendo mais demorados, buscando profissionais com perfis diferenciados, ou seja, os que mais produzem de fato, e com isso, melhorando a remuneração e até mesmo premiando estes profissionais de diversas formas", observa.
Agora uma pergunta: você está acompanhando essas "tendências" do mercado de trabalho? Sabe quais são as principais características desses perfis mais procurados? Então é hora de se informar e correr atrás de competências que te deixem "no olho do furacão". Veja aqui o que dizem os especialistas sobre cada um dos perfis observados na pesquisa do professor Coda:

Competidor:
"O perfil competidor pauta-se pelo interesse em desafios constantes e no acompanhamento de resultados e desempenho dos processos de trabalho", explica Coda. É muito centrado em resultados, interessado em comparar-se com os outros, voltado a desafios constantes e assertivos. No entanto, segundo Michele, as empresas precisam ter muito cuidado com isso pois existe uma competição saudável e a competição que atinge a equipe. "Pelo fator da competição e por querer se comparar aos demais, infelizmente existem os que para alcançar seus objetivos e pelas comparações, subtraia as informações de uma determinada tarefa que é para ser desenvolvida pelo grupo, e retenha a informação, para que ele se sobressaia entre os demais colegas", pontua a consultora, ressaltando que a competição deve existir, e isso se torna natural nas empresas. "O profissional precisa ter a capacidade de compatibilizar inteligência, experiência e expertise, transformando-as em valores éticos, e que tenha uma visão global mesmo, pensando no resultado como um todo, entendendo as estratégias de sua empresa", avalia.

Conquistador:
Esse perfil, na avaliação de Roberto Coda, se volta para novos desafios, procurando preservar aquilo que obtém para si e para a área e organização em que atua, demonstrando também grande conhecimento do trabalho executado, bem como elevados níveis de produtividade. O porém, de acordo com Michele, é até que ponto o colaborador se adéqua aos desafios que a empresa impõe ao cargo dele. "Temos que avaliar como o profissional reagiu a mudanças que passou em empresas anteriores. A grande maioria das empresas hoje está evoluindo, e consequentemente os profissionais também, por isso, hoje não é só as empresas que escolhem os profissionais, os profissionais estão escolhendo mais onde querem atuar. Esse profissional por ser detentor de conhecimento percebe o quanto é importante saber o que as empresas estão buscando, para poder tirar o máximo de proveito de todas as fontes e promover um amplo compartilhamento desses conhecimentos. Entretanto, observa-se em diversas organizações a ausência de profissionais empreendedores, que tenham a capacidade de realizar, e que não tenham medo de desafios", observa.

Realizador:
O realizador demonstra uma preocupação em fazer coisas acontecerem e de tornar real aquilo que foi planejado. "Ele revela grande capacidade de trabalho e objetividade, além de uma facilidade para delegar atividades e construir equipes de trabalho", explica Coda. Michele Gelinski o define como interessado em tornar real o planejado. "Possui flexibilidade em suas atitudes, objetividade. Esse profissional provavelmente já está em um nível de maior responsabilidade, trazendo soluções para as empresas pela facilidade de delegar tarefas, sabendo aproveitar melhor as qualificações que cada um da sua equipe tem, acreditando no potencial dos colegas, com um perfil mais auto gerenciador", revela. Por essa razão, o grande desafio das empresas no que se refere à gestão do conhecimento, é ter pessoas preparadas para gerenciar de forma inteligente, ordenada, sistematizada e eficaz, tudo que possa agregar valor a empresa.

"Esse profissional também demonstra ser capaz de enfrentar desafios, liderar pessoas, transformar ideias em projetos, e estar disposto a mudar e principalmente de aprender, procurando identificar problemas, e consequentemente vislumbrar oportunidades, pois é uma das características bastante almejada pelas empresas. Também podemos identificar que um dos pontos mais fortes deste perfil realizador é trabalhar com planejamento, e saber tomar decisões corretas. Porém a tomada de decisão precisa ser assertiva, pois é um momento muito crítico, caso contrário pode causar sérias consequências para a organização", revela a consultora.
Roberto Coda ressalta que a metodologia MARE (que avalia as orientações M - Mediadora, A - Analítica, R - Receptiva e E - Empreendedora) tem apresentado bons resultados em sua atualização, principalmente como suporte à gestão de pessoas baseada em competências. "Embora os modelos de competências adotados contemplem prioritariamente competências profissionais (associadas ao desempenho no cargo) e organizacionais (associadas à natureza do negócio), a metodologia MARE representam uma forma de identificar e avaliar as competências comportamentais inerentes a cada empregado, deixando claro quais as competências profissionais ele apresenta maior possibilidade de entregar efetivamente", explica o professor.
O especialista ainda destaca: "No setor privado esta metodologia já vem sendo bem aplicada e agora tem se expandido muito também no setor público, isso porque este segmento não apresenta perfis mais empreendedores. De acordo com nossa avaliação ao longo de 12 anos, os servidores públicos apresentam, em sua grande maioria, os perfis colaborador, negociador e mantenedor".
A abordagem vem sendo utilizada por empresas interessadas no desenvolvimento de equipes, na fixação de metas e objetivos, avaliação de desempenho e de produtividade e, principalmente para orientação de processos sucessórios e escolha de lideranças. Mas não são só as companhias que de beneficiam. "Sob o ponto de vista do empregado, a metodologia auxilia na identificação de potencial, orientação dos esforços de treinamento e de desenvolvimento e, principalmente na alocação de cargos e tarefas que respeitem as características naturais de cada perfil identificado", avalia Coda.
Ficou curioso e quer saber sobre os outros perfis encontrados na pesquisa? Confira aqui:
- Especialista: interessado em executar atividades de maneira cuidadosa, voltado a processos e desafios com resultados contínuos, racional e que busca o melhor em sua área de atuação;
- Colaborador: focado no bem-estar das pessoas, voltado à qualidade do processo, busca ajudar aos demais e constante aprendizado e inovação;
- Negociador: interessado em realizar trocas vantajosas, voltado para geração de resultados, com facilidade de mudar a opinião alheia e capacidade de estabelecer parcerias;

- Mantenedor: que garante a continuidade das ações, voltado a identificar talentos de forma organizada e sistêmica, reconhecido por cautela, persistência, método e com rigor no processo decisório.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Carta de Apresentação

Dicas para fazer uma carta de apresentação

POR FABÍOLA LAGO
Carta de ApresentaçãoO que dizer em uma carta de apresentação? Essa é uma dúvida bastante frequente que independe da experiência profissional de cada um. Algumas pessoas têm muita experiência e a dificuldade é escolher o que destacar em três parágrafos. Outras estão no início da carreira e aí, entusiasmo não falta, mas falta experiência. Algumas empresas solicitam a carta, consideram um ponto importante na hora de selecionar candidatos, outras só se interessam por essa apresentação depois de checar as referências mais objetivas no currículo e só então dedicam-se à leitura da carta.
Nesse artigo, vamos nos dedicar àquelas cartas que devem responder a um anúncio de vaga. Leia e releia os pré-requisitos para candidatar-se e veja como você pode atendê-las dentro da sua experiência profissional. Aqui, não importa se você desempenhou uma das funções há algum tempo, o importante é que você reúna as competências solicitadas em sua apresentação, que depois serão comprovadas no seu currículo.
Destaque e estruture de forma objetiva os requisitos no início da carta. Você vai captar a atenção do recrutador rapidamente:
Prezado Senhor(a)
Gostaria de me candidatar à vaga para Analista Sênior de Crédito de sua empresa. Conforme sua especificação, atendo aos seguintes pré-requisitos:
  • Seis anos de experiência no segmento
  • Habilidade para coordenar equipes
  • Conhecimento dos softwares ERP utilizados em sua empresa
Logo depois, mostre que além de possui as qualidades exigidas, você tem interesse na empresa, conhece seu posicionamento no mercado e apresente sua motivação para conseguir o emprego. Por exemplo:
Acompanho o desempenho da empresa nos últimos anos no segmento XYZ e acredito que posso contribuir para desenvolver estratégias no setor de crédito, uma vez que já passei por uma experiência na empresa ZXD com desafios similares e obtive excelentes resultados.
Mostre seu conhecimento na área apontando dados atualizados do setor, tendências e o que você pode oferecer. Não se prolongue demasiadamente, mais do que quatro parágrafos vai deixar sua carta muito longa. Por isso dedique-se: escreva, re-escreva, leia em voz alta até ficar satisfeito com as prioridades que você selecionou da sua vida profissional para essa vaga especificamente. Tenha foco nas necessidades daquela vaga, mesmo que você tenha outras qualidades a oferecer.
Fonte: Vagas.com

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Pro-atividade

Você já ouviu falar em pro-atividade? 

Pois é. Trata-se de uma palavra que roda na boca e nos conceitos de selecionadores e que se for mesclada com todos os outros requisitos pode facilitar sua entrada em uma grande empresa. Se você é uma pessoa que, de uma forma ou de outra, tenta encontrar diversas maneiras para resolver um problema ou executar uma ação, pode-se considerar no time dos proativos.

De acordo com Maria Luiza Esteves, Gerente de Consultoria em Recrutamento e Seleção da Pró Recursos Humanos, proatividade é sinônimo de iniciativa, de superar as expectativas iniciais.

O profissional proativo é aquele que se antecipa às situações. Ele tem conhecimentos sobre sua área de atuação, sabe como seus colegas trabalham e aproveita para adquirir experiências com eles, mesmo não tendo muito tempo. Ou seja, o proativo tenta, em todas as situações, adquirir o máximo de conhecimentos (muitas vezes inconscientemente), o que lhe permite antecipar-se aos fatos.

No caso dos universitários, a proatividade pode ser observada naquele estudante que tenta conseguir o máximo de informações sobre determinado estágio com um colega de classe. “A universidade permite, na maioria das vezes, que o aluno desenvolva o raciocínio crítico e não fique alheio ao que está acontecendo ao seu redor”, diz Maria Luiza. Este senso crítico faz com que os universitários sejam em sua maioria proativos, mesmo que em níveis diferentes.

O estagiário proativo se destaca entre outros pela qualidade das informações e questionamentos formulados durante uma entrevista de seleção. “Ele procura se colocar em uma situação futura, o que lhe permite fazer considerações com maior aprofundamento e qualidade”, relata Maria Luiza.

O profissional proativo tende a ser uma peça útil, na maioria dos casos, apenas àquelas empresas que precisam deste tipo de mão de obra. “Um profissional proativo pode se frustrar se não tiver funções que lhe permitam sair da rotina”, explica Maria Luiza.

Isso não quer dizer que ele não possa trabalhar com atividades rotineiras. Existem empresas que contratam o funcionário para atuar em uma determinada área e, ao perceberem seu potencial proativo, o remanejam para um departamento em que suas qualidades possam ser melhores desenvolvidas e aproveitadas. “Cada profissional vai ter sucesso de acordo com a maneira que ele se ajusta à empresa”, diz Maria Luiza.

Fonte: Empregos.com
Autodisciplina - indispensável para o Sucesso.



O escritor H. Jackson Brown Jr. observou: “Talento sem autodisciplina é como um polvo de patins: há muito movimento, mas nunca se sabe se irá para frente, para trás ou para os lados”.
Se você sabe que possui talento e tem obtido poucos resultados, talvez lhe esteja faltando autodisciplina.
Seu trabalho lhe dá alegria – ou alergia? Grandes líderes amam seu trabalho e mostram entusiasmo em tudo que fazem. Sua paixão envolve os que estão ao seu redor.
A The Manager’s Intelligence Report escreveu sobre este assunto: Como poderão inspirar outros se não têm inspiração em si mesmos? Examine seus sentimentos em relação ao seu trabalho. Se não lhe dá prazer, lembre-se que você tem responsabilidades não somente sobre si mesmo, mas também com quem está a sua volta. Faça alguns ajustes, ou mova-se em alguma nova direção.
É bem como disse a atriz americana Lily Tomlin: “A estrada para o sucesso está sempre em construção”
Meu conselho? Tenha autodisciplina e melhores resultados virão!
“As oportunidades são perdidas pela maioria das pessoas porque vêm vestidas em avental e parecem-se com trabalho” Thomas Alva Edison

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

VOCÊ SABE O QUE É MELHOR NÃO PERGUNTAR DURANTE UMA ENTREVISTA DE EMPREGO?





De acordo com especialista, candidatos devem estudar o perfil da empresa. Assim fica mais fácil evitar perguntas deselegantes.






Artigo Disponibilizado em Administradores.com

A entrevista de emprego é um dos momentos mais temidos pelos profissionais. Tal situação tem o poder de gerar diversos tipos de dúvidas, sobretudo, com relação a como responder as perguntas dos entrevistadores. Mas, por outro lado, o que o candidato deve evitar perguntar ou comentar?
O diretor de Ações Estratégicas das ABRH-BA, Remulo Farias, generaliza tal questão dizendo que “o candidato não deve fazer nenhuma pergunta que de alguma forma passe a ideia de restrição da parte dele”, sugere. Assim, se você quiser aumentar suas chances de sucesso, evite perguntar algo que possa ser entendido como uma restrição sua.
Viagens?
Um exemplo disso são as viagens. Se você não tem disponibilidade para viagens, a sugestão é deixar isso claro na entrevista, afirmando que não tem condições de aceitar uma vaga que exija isso. Agora, ficar perguntando para o entrevistador se a vaga exige muitas viagens, dando a impressão que você tem essa restrição, não é a melhor atitude.
Perguntar sobre a empresa e mesmo sobre as exigências do cargo é muito importante para os profissionais. Especialistas recomendam que o interessado explore ao máximo a entrevista para tirar suas dúvidas, mesmo porque é através dessas respostas que ele poderá fazer uma boa escolha. No entanto, essa dinâmica deve ser baseada na transparência. Se você tiver restrições, deixe isso claro e não fique rodeando.
Estude o perfil da empresa
Outra dica sobre as perguntas que devem ser evitadas, tem a ver com o perfil da empresa. Segundo Farias, cada empresa é uma empresa e, para descobrir quais perguntas você não deve fazer, é preciso estudar sobre o perfil da organização. Ao fazer uma pesquisa prévia, é possível descobrir os valores da empresa e, consequentemente, quais questões não vão cair bem.
Por exemplo, se você faz um levantamento sobre o Google, você descobre que esta é um tipo de empresa bastante descontraída, logo, perguntar se você pode se vestir de uma maneira mais informal, não será uma pergunta deselegante. Já em uma empresa mais tradicional, essa pergunta pode cair mal, passando uma impressão errada sobre você.
Por fim, Farias aconselha evitar perguntas de cunho religioso e que de alguma forma passe uma ideia de preconceito. Perguntar, por exemplo, se seu chefe será uma mulher ou um homem, pode não ser bem visto pelo entrevistador.
Lembre-se ainda, que tudo é uma questão de como você coloca sua pergunta. Assim, nem sempre o problema é a pergunta que o candidato faz, mas como ele coloca a questão.
O diretor de operações da consultoria Human Brasil, Fernando Montero da Costa, também deu algumas dicas sobre o que evitar perguntar em uma entrevista de emprego. Veja:
Como a empresa trata seus funcionários? - isso é uma pergunta muito indiscreta e se o candidato quiser saber sobre isso, deve obter a resposta junto a quem trabalha na empresa e não durante a entrevista.
A empresa tem plano de carreira? - de acordo Costa, ao perguntar se a empresa tem plano de carreira você pode passar a ideia de que você conta com a empresa para crescer. Ou seja, está transferindo para a organização a responsabilidade do seu crescimento.
Costa lembra que 75% das empresas no Brasil são familiares e 25% são multinacionais. As empresas familiares nem sempre têm um plano de carreira definido e bem estruturado, mas isso não impede que o profissional aprenda e cresça. Carreira é uma questão de iniciativa, ou seja, quem faz a carreira é o profissional e não a empresa.
Pensando nisso, Costa explica que, se você se mostra muito preocupado se a empresa tem ou não plano de carreira, você pode estar passando a impressão de que não tem iniciativa, pois espera dela o seu crescimento, coisa que deve partir de você mesmo.
Perguntar quanto a empresa pretende pagar - Costa afirma que esse tipo de pergunta nem sempre agrada o selecionador, menos ainda se for a primeira pergunta feita quando a empresa entra em contato com o candidato.
Cuidado com as perguntas óbvias – atualmente, principalmente por conta da internet, é possível encontrar muitas informações sobre as empresas. Logo, é importante evitar fazer perguntas que podem ser facilmente encontradas no próprio site da empresa. “É uma obrigação o candidato estar informado”, diz Costa.
Qual o horário de trabalho? - o que as empresas estão buscando é profissionais que entreguem resultados. Se você entregá-los em oito horas, esse será seu horário de trabalho, se precisar de mais, paciência. Perguntar qual o horário de trabalho, ainda mais quando se está buscando uma posição de gerência, pode queimar o candidato.

Questões relacionadas à estabilidade – Costa explica que muitas pessoas que saíram de um emprego público e vão buscar uma posição na iniciativa privada podem querer saber sobre as garantias de estabilidade que a empresa oferece, o que normalmente não é bem visto pelos selecionadores. Se essa for uma questão que você realmente queira saber, o mais indicado é conversar com pessoas que já trabalharam na companhia.